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domingo, agosto 04, 2013

Place'''E - Gucci Museo

                                                                                  Gucci Museo:

Gucci Museo é um museu especial sobre os produtos Gucci.

Localização:


Funcionamento: Museu 10,00 - 20,00
                            Ícone da Loja 10,00 - 20,00
                            Livraria e Loja de 10,00 - 23,00
                            Caffè e Restaurante 10,00 - 23,00

Informações:

Valor do Ingresso:
6 euros        
E-mail: guccimuseo@it.gucci.com                                               
Site: www.gucci.com
Fone: (39) 055 7592 33027 ou (39) 055 7592 3300
Fotos:






quinta-feira, maio 30, 2013

Place'''E - Os 10 Lugares mais Perigosos do Mundo (atualizado)

Os 10 Lugares mais Perigosos do Mundo (atualizado)

10º. Grande Remendo de Lixo do Pacífico / Oceano Pacífico

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A grande porção de lixo do Pacífico, também chamada de Grande depósito de Lixo do Pacífico ou Grande Sopa de Lixo do Pacífico, tal como descrita principalmente pelo pesquisador Charles Moore, desde 1997 é uma região de extensão incerta, sendo descrita como do tamanho dos EUA, embora careça de fontes precisas. Conforme descrita em fevereiro de 2008 pela BBC e pelo jornal “The Independent”, é composta principalmente de plástico.

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A porção do oceano com grande concentração de itens descartados é um produto do movimento das correntes, conhecido como Redemoinho Subtropical do Pacífico, que junta e concentra os detritos. Os detritos de plástico têm o potencial de lesar pássaros e mamíferos que os comem, porque carregam toxinas, podem causar feridas internas e enganar os animais fazendo-os pensar que estão saciados.

9º. Izu Islands / Japão

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xiste um arquipélago chamado de “Ilhas Izu”, na Península de Honshu, ao sul de Tóquio, no Japão. Resulta que estas ilhas são sumamente vulcânicas porque estão próximas de uma confluência de placas tectônicas; de fato, a corrente das ilhas está bem no ponto onde confluem nada menos que três placas tectônicas, criando uma enorme zona de instabilidade vulcânica. Dão forma a duas cidades e a seis vilas. A maior é Izu ?shima, chamado geralmente simplesmente de ?shima. Por causa de sua natureza vulcânica, o local sofre constantemente com o fedor do enxôfre (extremamente similar ao cheiro de milhares de pums). Os residentes foram evacuados  em 1953 e em 2000 devido à atividade vulcânica e aos níveis perigosamente elevados do gás. A população retornou em 2005 mas agora são obrigados a carregar máscaras  com eles em todas as vezes, caso os níveis do gás subam repentinamente.

8º. A Porta do inferno, Turcomenistão

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A chamada Porta do Inferno (ou Porta para o Inferno) é uma cratera situada próxima de Darvaz. A imensa cratera recebeu este nome em virtude das labaredas constantes que nela flamejam, propiciando um cenário que faz lembrar a descrição popular do acesso principal ao mitológico Reino de Hades. Trata-se de um projeto de mina de 60 metros de diâmetro por 20 metros de profundidade.

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Em 1971 (ou na década de 1950, segundo outros relatos), geólogos soviéticos efetuaram estudos de viabilidade para a extração de gás natural no lugar e efetivamente encontraram o que estavam procurando. Durante as escavações, porém, foi descoberta uma caverna subterrânea de grande profundidade, repleta de gás tóxico. Por causa dessa substância, as perfurações foram suspensas e fogo foi ateado no local, a fim de que o conteúdo tóxico fosse consumido pelo processo de combustão, já que havia o receio de consequências para a população.

Entretanto, o fogo jamais se extinguiu, e a cratera continua flamejante atualmente. Não há nenhuma previsão de quando as labaredas vão finalmente cessar, já que ninguém tem noção da quantidade de gás que ainda existe nas profundezas da cratera.

7º. Alnwick Poison Gardens / Inglaterra

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O jardim chamado de Poison Garden (“O Jardim Venenoso”) é lar de plantas que podem matar só de tocar a pele. O portão preto, com uma caveira atravessada por ossos, traz um aviso que não deve ser levado na brincadeira: “Estas plantas podem matar”… O jardim foi inspirado em similares italianos, em Pádua, em que os Medicis brincavam de Farmville com a morte. Ele fica na Inglaterra, em Nirthumberland, e é propriedade de uma duquesa que quis plantar nele apenas plantas que fossem narcóticas ou venenosas (ou ambas, na maioria das vezes). O jardim recebe visitas monitoradas em que guias explicam a natureza mortal de vários vegetais.

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As plantas venenosas são famosas. A cicuta, que foi usada na execução do filósofo Sócrates, é plantada nos limites do Poison Garden. Há também a beladona, a mandrágora, noz-vômica (de onde se tira a estricnina) e drogas conhecidas como a maconha, ópio e a coca. No local, os cientistas credenciados podem pesquisar e aprender mais sobre os efeitos de diversas drogas e venenos em nosso organismo.
– Não toque em nenhuma das plantas, nem mesmo respire perto delas. Existem plantas aqui que podem matar vocês, dizem os guias.

6º. Mina  de asbesto de Thetford, 

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O asbesto é um jogo de seis minerais naturais do silicato altamente valorizado pela sua resistência e as habilidades de absorção de fogo e do som.
 
Na parte mais baixa, a exposição a este material causa câncer e uma variedade de outras doenças.É tão perigoso que a união européia proibiu toda a mineração e uso do asbesto em Europa.
Mas, para aqueles curiosos que querem estar próximos de coisas perigosas, não está tudo perdido: no Canadá, nas minas de Thetford, você pode visitar uma mina enorme de asbesto, com um poço aberto que ainda está inteiramente operacional.
 
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Os trabalhadores nas minas não usam nenhum tipo de proteção para respirarem. A mina oferece excursões do ambiente mortal durante os meses do verão. Os bilhetes são gratuitos.

5º. Ramree Island,  Birmânia

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O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantescos. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas. Os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram – os demais foram trucidados pelos crocodilos. “Era a cacofonia do inferno o som dos gritos de soldados sendo mastigados pelos crocodilos”, relatou um sobrevivente.

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4º. Estrada Yungas, Bolívia

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Para o listverse, o quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira (até mesmo a Fernão Dias) parecer uma Autobahn alemã.

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A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e – acredite – não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros.

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Ah, e tem uma neblina incessante também. Resultado: de 200 a 300 mortes são registradas por ano nessa estradinha do inferno.

3º. Vulcões de lama do Azerbaijão

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O terceiro pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama – sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado, refazendo a geografia local.

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Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai? Ah, nem pense em fumar no local… 86% dos gases expelidos é metano, altamente inflamável.

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2º Chernobyl, Ucrânia

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Cidade do maior desastre radioativo do mundo – uma explosão num reator da usina nuclear, gerando uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa.

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O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki durante a II Guerra Mundial.

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Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje – e permanecerão por décadas, algumas pessoas ainda moram por lá.

1º. Queimada Grande, Brasil

O lugar mais perigoso do mundo para visitar fica no Brasil! A Ilha de Queimada Grande, no litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Esta localizada a 36km da costa Continental de Itanhaém. Ela só é paradisíaca vista bem de longe. O lugar possui a incrível média de nove serpentes por metro quadrado – são cerca de quatro mil no total. E são todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para ver como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha.

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A placa que existia na Ilha Queimada Grande alertando para as serpentes venenosas, desapareceu. Foi arrancada pelo tempo. Mas para os pescadores da região o aviso era desnecessário. Todos sabem que a ilha não é um lugar receptivo e jamais desembarcam lá. São esses homens do mar os responsáveis pelo nome da ilha. Cientes do risco que corriam ao desembarcar em terra firme, eles ateavam fogo na mata costeira para afugentar as serpentes. A técnica deu origem à denominação Queimada Grande, mas foi incapaz de ameaçar o reinado da Jararaca-Ilhoa. O desembarque na Ilha Queimada Grande é proibido.

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Não há extensão de praia devido à pouca presença de areia ao redor da ilha. Possui duas elevações: a primeira mais plana onde se localiza um pequeno farol e a segunda constituída por uma elevação de 206 metros. Não há praias nem enseadas que possam facilitar o desembarque, que é feito nas plataformas rochosas, de grande quantidade de limo, o que torna ainda mais difícil. Tem uma superfície de 430.000m², com uma topografia irregular. Sua vegetação é composta por árvores altas, formando maciço bosque. Em seus rochedos formam-se grutas.

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Jamais uma reserva de Mata Atlântica teve protetores tão temidos quanto a Ilha Queimada Grande, que dista 36 km. da costa continental de Itanhaém, litoral Sul de São Paulo. Lá não existe posto da Polícia Florestal, nem um plantão permanente de bravos ecologistas. Mas poucos se atreveriam a disputar o território com as 15.000 cobras – no mínimo – que povoam a ilha, quase todas serpentes da espécie Bothrops insularis , mais conhecida como jararacas ilhoas. São parentes das jararacas continentais, só que donas de um veneno de 12 a 20 vezes mais forte.  A ilha é um paraíso com excesso de serpentes.
O desenvolvimento dessa espécie se deu por causa do isolamento geográfico a que foi submetida desde a época da glaciação da Terra, há uns 10.000 anos. Quando as águas do degelo cobriram grandes extensões de terra, formaram-se várias ilhas, como essa.

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A maioria dos animais migrou para o continente. Os demais, impossibilitados de nadar, ficaram confinados, sobreviveram apenas aqueles que puderam se adaptar às condições da ilha. Presa numa ilha rochosa onde o alimento se resume a aves, a jararaca passou a subir em árvores, o que não é natural para as espécies do continente. Seu veneno tornou-se mais potente para garantir a morte imediata da presa que, se demorasse para morrer, poderia acabar no mar. A cor da pele da cobra tornou-se menos vistosa: ocre uniforme, que varia até um marrom claro, chamando pouca atenção. Povoadas de uma infinidade de animais marinhos (barracudas, peixes-frade, peixes-voadores, arraias, tartarugas), as águas do entorno da Ilha têm ótima visibilidade e uma atração extra: o naufrágio do Tocantins, um cargueiro de 110 metros de comprimento que se encontra quase na vertical.

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Há também o navio mercante Rio Negro, já aos destroços, um pouco afastado do local onde se encontra o Tocantins. Não é à toa que ninguém mais mora lá desde 1918, quando a marinha automatizou o farol da ilha. Até então, apesar da inexistência de água potável (os animais bebem apenas a água da chuva), havia sempre um faroleiro com sua família na Queimada Grande. Mas os sucessivos relatos de acidentes fatais com as serpentes inviabilizaram o farol manual e chamaram a atenção dos biólogos do Instituto Butantã, que intensificaram as viagens à ilha a partir de 1984, tendo a primeira pesquisa científica neste viveiro natural para o estudo desse estranho fenômeno biológico, se deu em 1914, mas somente em 1920 foi possível um estudo mais detalhado da espécie por Afrânio do Amaral, do Instituto Butantã.

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É linda não?
Mas não se deixe enganar pela beleza dessa maravilhosa ilha.
Os hóspedes não são nada amigáveis.

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segunda-feira, maio 27, 2013

Place'''E - Turismo & Cia:Taiga

Taiga 


País:No norte do AlascaCanadá, sul da Groelândia, parte da NoruegaSuéciaFinlândiaSibéria Japão.
Nome:Taiga, Floresta de Coníferas, ou ainda Floresta Boreal
Função:Floresta
Descrição:Trata-se da zona mais setentrional em que as árvores e as espécies que delas necessitam podem sobreviver. É uma região biogeográfica subártica setentrional e seca, na qual as formas de vida vegetal principais são laríciosabetospinheiros e espruces, que estão adaptadas ao clima frio. 
Fotos:







Place'''E - Turismo & Cia:Templo de Debod

Templo de Debod

País:Egito
Nome:Templo de Debod
Função:Templo egípcio
Descrição:O Templo de Debod constitui um dos poucos testemunhos arquitectónicos egípcios completos que podem ser contemplados fora do Egito e o único destas características existente em Espanha. Construído no século IV a. C.
Fotos:






sexta-feira, abril 26, 2013

Place'''E - Museu do Traje e do Têxtil


Museu do Traje e do Têxtil


A coleção têxtil do Instituto Feminino da Bahia foi iniciada em 1933, ano da realização do 1º Congresso Eucarístico Nacional, a fim de proporcionar aos Congressistas uma visão clara da Arte Baiana e de como vivia a sociedade no século XIX.

 

Localização:Rua Monsenhor Flaviano, 02-Politeama - Salvador-BA 

Funcionamento:
Informações:
O destaque do acervo fica por conta da coleção de Indumentária do Museu do Traje e do Têxtil composta por trajes de baile, festas e passeio, roupas de cama e mesa, acessórios femininos, além de vestes eclesiásticas. 
Valor do Ingresso:
E-mail:
contato@institutofeminino.com.br 
Site:
www.institutofeminino.org.br/museu_do_traje_e_do_textil
Fone:
(71) 3329-5520/5522/5938/5681

Fotos:









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http://www.institutofeminino.org.br/galeria/gallery_museu.php?id=2